quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
ASM - Auditório Soror Mariana
Sala de cinema independente encerrada
EM ÉVORA, TAMBÉM FECHAM SALAS DE CINEMA …
O ano, em Évora, começou com más notícias para a Cultura: fechou o Auditório Soror Mariana, uma sala
onde, há mais de 20 anos, se exibia um cinema diferente, à margem dos circuitos dominantes.
Nesta sala, a SOIR Joaquim António de Aguiar e o Cinema-fora-dos Leões / Oniros – Associação Cultural
apresentavam semanalmente, filmes de culto e de autor, obras da Europa e de outras geografias menos
conhecidas do grande público, extensões de grandes festivais nacionais, como a Festa do Cinema
Francês e a Festa do Cinema Italiano, e outros.
A colaboração com diversas entidades, como o Goethe-Institut Portugal, o Instituto Cervantes de Lisboa e
Embaixadas de vários países também permitia dar a conhecer ao público eborense a riqueza de
cinematografias menos divulgadas ou acessíveis.
Foi também no Auditório Soror Mariana que muitas atividades do FIKE – Festival Internacional de Curtas
Metragens de Évora aconteceram, nomeadamente as sessões para as escolas onde centenas de crianças
tiveram, pela primeira vez, contacto com o cinema.
Ao longo dos anos foi-se constituindo um público fiel e interessado, que esperava pelas 4 ª e 5ª feiras para
ter a oportunidade de desfrutar de um cinema de qualidade e diverso.
A sala é propriedade da Universidade de Évora que, dentro da sua política de serviço à comunidade, a
disponibiliza para esta relevante missão cultural. As associações promotoras têm o apoio da Câmara
Municipal de Évora, CCDRA, ICA/ Instituto do Cinema e do Audiovisual, entre outros.
O fecho deve-se à necessidade de obras urgentes e inadiáveis e, de acordo com informação prestada,
será temporário.
As associações programadoras da sala, SOIR Joaquim António de Aguiar e o Cinema-fora-dos Leões /
Oniros – Associação Cultural estão a envidar todos os esforços, em contactos com as instituições
responsáveis, para que esta suspensão da atividade seja breve e haja urgência na resolução dos
problemas.
Esta urgência torna-se ainda mais pertinente num contexto em que Évora vai ser Capital Europeia da
Cultura e seria incompreensível que a cidade perdesse esta relevante dimensão cultural.
Parafraseando Tom Hanks no filme Apollo 13: “Évora, we have a problem”. Esperemos que se resolva e
que o público da cidade volte rapidamente a ter acesso a este bem cultural fundamental que é o cinema de
qualidade.
Publicação assinada por:
Cinema-fora-dos Leões / Oniros – Associação Cultural
SOIR - Joaquim António de Aguiar
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Matines cinéfilas nos Canaviais
quinta-feira, 17 de julho de 2025
cine-HERITALES
No páteo das romãs*
5a feira 17 de julho às 21h30
Finding fiirts peoples : the Mapuche de Renato GIuliano
* Av. s. Sebastião/Convento dos Remédios /Évora
sábado, 14 de junho de 2025
segunda-feira, 26 de agosto de 2024
cinema no ar livre
Cinema no ar livre
Todas a 5a feiras de Agosto
na Pç 1 de Maio - évora
junto do mercado municipal
programação cinefilas
para n/perder
acesso gratuitos as 21h30
quinta-feira, 11 de julho de 2024
Cinema ao luar
cinema de verao no pateo das romas - Convento dos Remedios Av S. Sebastiao
5as feiras as 21h30
terça-feira, 25 de junho de 2024
Το Κορίτσι με τα Μαύρα
O Cinema-fora-dos Leões
apresenta
Quinta-feira . 27 de Junho
CINEMA
Το Κορίτσι με τα Μαύρα A MULHER DE NEGRO / 1956, de Michael Cacoyannis, 100 min., com legendas em inglês.
21h30, Auditório Soror Mariana
O filme será apresentado pelo arqueólogo Takis Sarantopoulos.
Sinopse:
O primeiro filme do ilustre cineasta grego Michael Cacoyannis (1922-2011) tem lugar no pós-guerra civil grega - que opôs os comunistas aos monarquistas - para explorar os ódios silenciados e não sanados de uma pequena comunidade instalada na pequena ilha de Hydra. Sob um verão escaldante, a tragédia deflagra com a chegada de dois turistas atenienses que se alojam numa antiga mansão assolada pela morte, pelo ódio e pela vergonha e se enamoram pela bela filha da proprietária. Considerado o zénite do neo-realismo grego, A Mulher de Negro (1956, com Ellie Lambeti) foi seguido de Eroika (1960), Elektra (1962, com Irene Papas) e Zorba, o Grego (1970, com Anthony Quinn, Alan Bates e Irene Papas) que cimentaram o reconhecimento internacional de Cacoyannis.
Sessões às 21h30
AUDITÓRIO SOROR MARIANA
Universidade de Évora
Rua Diogo Cão, 8 | 7000-872 Évora | Portugal
quinta-feira, 6 de junho de 2024
quinta-feira, 30 de maio de 2024
C-f-L
30 e 31 maio 2024
cinema fora dos Leões e revista libertaria Ideia apresentam curtas de Gonçalo Mota e Miguel Cardoso no asm
terça-feira, 7 de maio de 2024
quarta-feira, 17 de abril de 2024
segunda-feira, 15 de abril de 2024
Nostalgia - Florbela Espanca
"Florbela" filme de Francisco Manso
15/4/2024; 18h00
no asm (auditório soror mariana)
Francisco Manso
Realizador com uma longa e produtiva carreira iniciada na década de 70, Francisco Manso conta com um vasto currículo que inclui várias produções premiadas internacionalmente. Além de curtas e longas-metragens realizadas para cinema e televisão na área da ficção, com natural destaque para O Testamento do Sr. Napumoceno (1997), é, sobretudo, uma figura incontornável no panorama do cinema documental português. Neste domínio, a sua obra é marcada pelo documentário de carácter social, antropológico ou etnográfico, por um lado, e também por produções dedicadas a episódios marcantes da história recente de Portugal e a figuras, movimentos e correntes de relevo da cultura lusófona. O documentário Memórias de um rio – Avieiros, os nómadas do Tejo (2004), foi premiado com Prémio Especial de Lusofonia do 10º Festival de Cinema e Vídeo de Ambiente - Cine Eco 2004.
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024
Matines cinefilas nos Canavias
matine cinefila na Casa do Povo dos Cavaviais
Quinta - Feira 22.2.2024
sábado, 18 de novembro de 2023
Subscrever:
Comentários (Atom)



